E Como Se Faz Isto?

“Meu cabelo não cresce” e as variações “meu cabelo demora a crescer” ou “como fazer o cabelo amadurecer” são queixas bastante comuns entre a maioria das mulheres. Mas antes de se desesperar com alguma delas, é preciso saber que o procedimento obedece a um período de três fases, que se mantém no decorrer da existência. Esse período é dividido nas fases anágena (de nascimento e progresso), catágena (de estabilização) e telógena (de queda).

A duração varia de pessoa para pessoa, porém podes conduzir de dois a sete anos pra se completar. “De 10% a 15% dos fios de alguém estão na fase telógena, o que significa que a maioria deles ou está pela anágena ou pela catágena”, afirma o médico Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira pra Estudos do Cabelo. As três etapas se repetem por toda a existência, isto é, o cabelo nunca para de crescer, salvo ocorrência de doenças ou disfunções.

Por mês, em média, os fios crescem 1,dois cm. “Mas cada pessoa tem a própria velocidade, que é fortemente influenciada na herança genética”, completa Bedin. Apesar de o momento do progresso ter as mesmas etapas em homens e mulheres, nelas os fios crescem mais depressa e em superior quantidade. “Os hormônios sexuais têm ligação intensa com esse processo”, diz o especialista.

De maneira geral, os hormônios femininos são mais favoráveis a ele do que os masculinos. Além das diferenças entre homens e mulheres, a forma como o cabelo cresce pode ser prejudicada por causas variadas. A mudança hormonal provocada por doenças como hipotireoidismo e hipertireoidismo (transformações da glândula tireoide) é uma delas. Doenças crônicas – como artrite reumatoide, diabetes e lúpus (inflamação crônica da pele) – também podem fazer o cabelo desenvolver-se menos. É desse jeito que as mulheres percebem importantes mudanças no cabelo ao engravidar e ao entrar pela menopausa. Na gestação, no momento em que a mulher está inundada de estrógeno e progesterona – hormônios femininos -, os fios tendem a crescer mais e a obter mais volume.

O único senão é que de 2 a três meses após o nascimento do fedelho – justamente por causa de outra brusca variação hormonal -, o cabelo cai acentuadamente. Conhecido como eflúvio telógeno pós-parto, o fenômeno é, pela maioria dos casos, passageiro. Já pela menopausa, quando a mulher pra de gerar estrógeno e progesterona, o cabelo poderá ter a velocidade de desenvolvimento diminuída e afinar. “Após os 50 anos, em tal grau nos homens quanto nas mulheres, a velocidade cai pela metade”, alega Valcinir Bedin.

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“Custa caro para o corpo humano fazer cabelo”, explica Bedin. Isso porque os fios são feitos de queratina e melanina (dois tipos de proteína). Para produzi-los, o corpo necessita de estimular mais proteína, sais minerais e vitaminas. “Como alguém podes sobreviver sem cabelo, ao pequeno sinal de defeito, essas substâncias são desviadas para o órgão afetado”, explica Bedin.

Deste modo, a deficiência nutricional é outra charada que poderá afetar como o cabelo cresce. “Micronutrientes como zinco, vitamina A e ferro têm embate no avanço do cabelo”, alega Adriana Benito, dermatologista da Clínica Senses, em São Paulo, e professora-adjunta do curso de dermatologia estética do Instituto Superior de Medicina (ISMD), também na capital paulista. Ferro e proteína são outros nutrientes essenciais para fazer o cabelo desenvolver-se.